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geoparque

  • “Atlantic Geopark” - “Geoparque do Atlântico” - Criação de um “Geoparque” no território de intervenção da AD ELO

     

    No 21 de abril de 2021, na Figueira da Foz, junto do Cabo Mondego, realizou-se a cerimónia de assinatura do documento: “Manifestação de interesse junto da UNESCO” / “Memorando de entendimento” que formaliza a criação do “Atlantic Geopark” - “Geoparque do Atlântico”.

    Este momento simbólico foi presidido pela Excelentíssima Senhora Ministra da Coesão Territorial, Professora Doutora Ana Abrunhosa, o que muito engrandeceu o ato, projetando-o como um exemplo de Coesão Territorial ao envolver os parceiros locais em torno de objetivos de desenvolvimento.

    A AD ELO - Associação de Desenvolvimento Local da Bairrada e Mondego e os municípios de Cantanhede, Figueira da Foz, Mealhada, Mira, Montemor-o-Velho e Penacova, acordaram entre si o interesse na constituição, neste território de intervenção, de um “Geoparque” denominado “Atlantic Geopark” - “Geoparque do Atlântico” que venha futuramente a ser reconhecido e integrado na rede de “Geoparques Mundiais da UNESCO”.

     Para ser considerado como “Geoparque Mundial da UNESCO” o território deverá ter uma área geográfica significativa, mas singular e unificada, que possua importantes recursos geológicos (geossítios) de importância nacional e internacional. Por outro lado, deve existir uma estrutura de gestão local que, possuindo uma estratégia de desenvolvimento, privilegie a proteção dos recursos geológicos, mas que aposte num processo de educação e desenvolvimento sustentável afirmando os três princípios de um Geoparque – Geoconservação, Geoeducação e Geoturismo.

     Foi ainda decidido que a AD ELO assumirá a responsabilidade de implementação e gestão do Geoparque. O território de intervenção da AD ELO, correspondendo aos 6 municípios, reúne em si todas estas características fundamentais para o futuro reconhecimento, das quais se destaca:

    • a existência de uma linha cronológica de um período de cerca de 500 MILHÕES DE ANOS DE GEO-HISTÓRIA, assente numa rede Geosítios de importância nacional e internacional - do “Cabo Mondego” (um GSSP à escala global - Global Boundary Stratotype Sections and Points) à “Livraria do Mondego”;
    • existência de uma rede de recursos culturais de importância assinalável, como “Castelo de Montemor-o-Velho, o Museu da Pedra, o Museu do Território da Gândara e a Mata do Buçaco”.

    Todos estes recursos serão integrados em rede sob a referência do “Atlantic Geopark” - “Geoparque do Atlântico”, criando-se um produto turístico diferenciador, assente nos princípios da preservação e valorização do património local.

    Foi ainda assinada, por todos os parceiros, a carta a enviar à Comissão Nacional da UNESCO com a manifestação de interesse em apresentar uma candidatura ao reconhecimento do “Atlantic Geopark” - “Geoparque do Atlântico” na categoria de “Geoparque Mundial da UNESCO” e assim solicitar, de imediato, a atribuição a este processo da figura de “Aspirante a Geoparque” (Aspiring Atlantic Geopark).

     O reconhecimento futuro pela UNESCO parte do pressuposto de que no território estas dinâmicas já se encontram consolidadas, tendo assim sido igualmente aprovado um plano de trabalho a médio prazo que implica um conjunto de ações de levantamento ao nível de todo o território sobre os recursos (existentes ou a criar) que venham a ser integrados na rede do “Atlantic Geopark” - “Geoparque do Atlântico”.

     

    Atlantic Geopark

    Geoparque do Atlântico

     

    500 milhões de anos de Geo-História

    A abertura do Oceano Atlântico

     

    AD ELO, 21 de abril de 2021

  • “Atlantic Geopark” - “Geoparque do Atlântico” - Criação de um “Geoparque” no território de intervenção da AD ELO

     

    No 21 de abril de 2021, na Figueira da Foz, junto do Cabo Mondego, realizou-se a cerimónia de assinatura do documento: “Manifestação de interesse junto da UNESCO” / “Memorando de entendimento” que formaliza a criação do “Atlantic Geopark” - “Geoparque do Atlântico”.

    Este momento simbólico foi presidido pela Excelentíssima Senhora Ministra da Coesão Territorial, Professora Doutora Ana Abrunhosa, o que muito engrandeceu o ato, projetando-o como um exemplo de Coesão Territorial ao envolver os parceiros locais em torno de objetivos de desenvolvimento.

    A AD ELO - Associação de Desenvolvimento Local da Bairrada e Mondego e os municípios de Cantanhede, Figueira da Foz, Mealhada, Mira, Montemor-o-Velho e Penacova, acordaram entre si o interesse na constituição, neste território de intervenção, de um “Geoparque” denominado “Atlantic Geopark” - “Geoparque do Atlântico” que venha futuramente a ser reconhecido e integrado na rede de “Geoparques Mundiais da UNESCO”.

     Para ser considerado como “Geoparque Mundial da UNESCO” o território deverá ter uma área geográfica significativa, mas singular e unificada, que possua importantes recursos geológicos (geossítios) de importância nacional e internacional. Por outro lado, deve existir uma estrutura de gestão local que, possuindo uma estratégia de desenvolvimento, privilegie a proteção dos recursos geológicos, mas que aposte num processo de educação e desenvolvimento sustentável afirmando os três princípios de um Geoparque – Geoconservação, Geoeducação e Geoturismo.

     Foi ainda decidido que a AD ELO assumirá a responsabilidade de implementação e gestão do Geoparque. O território de intervenção da AD ELO, correspondendo aos 6 municípios, reúne em si todas estas características fundamentais para o futuro reconhecimento, das quais se destaca:

    • a existência de uma linha cronológica de um período de cerca de 500 MILHÕES DE ANOS DE GEO-HISTÓRIA, assente numa rede Geosítios de importância nacional e internacional - do “Cabo Mondego” (um GSSP à escala global - Global Boundary Stratotype Sections and Points) à “Livraria do Mondego”;
    • existência de uma rede de recursos culturais de importância assinalável, como “Castelo de Montemor-o-Velho, o Museu da Pedra, o Museu do Território da Gândara e a Mata do Buçaco”.

    Todos estes recursos serão integrados em rede sob a referência do “Atlantic Geopark” - “Geoparque do Atlântico”, criando-se um produto turístico diferenciador, assente nos princípios da preservação e valorização do património local.

    Foi ainda assinada, por todos os parceiros, a carta a enviar à Comissão Nacional da UNESCO com a manifestação de interesse em apresentar uma candidatura ao reconhecimento do “Atlantic Geopark” - “Geoparque do Atlântico” na categoria de “Geoparque Mundial da UNESCO” e assim solicitar, de imediato, a atribuição a este processo da figura de “Aspirante a Geoparque” (Aspiring Atlantic Geopark).

     O reconhecimento futuro pela UNESCO parte do pressuposto de que no território estas dinâmicas já se encontram consolidadas, tendo assim sido igualmente aprovado um plano de trabalho a médio prazo que implica um conjunto de ações de levantamento ao nível de todo o território sobre os recursos (existentes ou a criar) que venham a ser integrados na rede do “Atlantic Geopark” - “Geoparque do Atlântico”.

     

    Atlantic Geopark

    Geoparque do Atlântico

     

    500 milhões de anos de Geo-História

    A abertura do Oceano Atlântico

     

    AD ELO, 21 de abril de 2021